Exame pericial a arma de fogo demora mais de 300 dias
O procurador-geral da República, Pinto Monteiro, defendeu ontem, ao discursar na cerimónia de abertura do ano judicial, que a responsabilidade pelos atrasos judiciais não é culpa exclusiva do funcionamento do Ministério Público, frisando que, numa investigação criminal, um exame a uma arma de fogo demora "um mínimo de 300 dias" e que um exame contabilístico, essencial em casos de investigação de "crimes de colarinho branco", leva ao desespero "enquanto se arrasta no tempo".continua in
Diário de Notícias
Etiquetas: Pinto Monteiro
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