Ano judicial começa com críticas ao Governo

Em vésperas do início do novo ano judicial, João Perry da Câmara, vice-presidente do Conselho Geral da Ordem dos Advogados declarou à Lusa que a redução das férias judiciais «foi uma medida política com maus efeitos administrativos quando deveria ter sido uma medida administrativa com bons efeitos políticos».
«Política porquê? Em primeiro lugar, porque o seu objectivo visível era que fosse uma medida emblemática de rotura com o passado. Em segundo lugar, porque era tomada e anunciada contra o que se supõe ser uma classe privilegiada - a magistratura», disse João Perry da Câmara.
«Em terceiro lugar porque seria uma panaceia rápida, tipo aspirina, para um aumento da produtividade e funcionalidade do sistema», acrescentou.
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