FALHOU
Ao fim de treze meses os accionistas disseram não. Duas horas e meia depois de ter começado uma das mais marcantes assembleias gerais da Portugal Telecom, caía por terra a Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada pela Sonaecom, com 46,58% do capital presente a chumbar a desblindagem dos estatutos. Este resultado reforça o projecto da Administração da PT, mas obrigará a uma reflexão sobre o "desalinhamento" da posição da Telefónica. Apesar do "amargo de boca" de não ter visto a OPA chegar ao mercado, a Sonaecom começou já ontem a evidenciar que as derrotas não são finais.Quando a AG começou, já corria a informação de que a Sonaecom poderia pedir a sua suspensão. E Osório de Castro, o representante da família Azevedo nesta reunião, avançou efectivamente com um pedido de adiamento (até à próxima quinta-feira), depois de ter visto o presidente da Mesa recusar-lhe o requerimento para que fosse alterada a ordem de apreciação e votação da ordem de trabalhos. Mas, mais uma vez, Menezes Cordeiro disse não, até porque, como explicou depois aos jornalistas, uma suspensão tem de ter fundamento.
continua in
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