Defensor Oficioso
Um blog realizado no âmbito do patrocínio oficioso, na modalidade de dispensa total de taxa de justiça e demais encargos com o processo, (in)dependentemente de juízo sobre a existência de fundamento legal da pretensão…
17 fevereiro 2010
19 dezembro 2007
A República portuguesa não cumpriu
A recente promulgação do novo regime de responsabilidade civil extra-contratual do Estado não evitou a condenação de Portugal ao pagamento de uma multa, num acórdão ontem divulgado pelo Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias, no Luxemburgo.O Presidente da República promulgou no passado dia 10 o novo regime de responsabilidade civil, já fora dos prazos do tribunal, que condenou Portugal no “pagamento das despesas”. “Não tendo aprovado, no prazo estabelecido, as medidas legislativas, regulamentares e administrativas necessárias para dar cumprimento à directiva, a República Portuguesa não cumpriu as obrigações que lhe incumbem por força da mesma”, diz o acórdão a que a Lusa teve acesso.
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Etiquetas: Portugal, Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias
30 março 2007
Já passa por Portugal o tráfico de armas de destruição maciça
O risco de organizações criminosas de natureza transnacional penetrarem no sistema legal português é apontado como ameaça prioritária pelo Serviço de Informações de Segurança (SIS). No relatório anual de segurança interna relativo a 2006, ontem apresentado, a entidade alude à passagem por Portugal de indivíduos ligados ao tráfico de armas de destruição maciça.Neste sentido, o relatório constata que redes de armas de destruição maciça utilizaram o território nacional "não só como país de trânsito para as mercadorias pretendidas, mas também como país de origem das mesmas". Assinalando-se, assim, a presença de indivíduos internacionalmente referenciados no âmbito de programas de armas de destruição maciça .
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22 março 2007
Bruxelas processa Portugal
A Comissão Europeia vai levar Portugal ao Tribunal de Justiça Europeu por falta de transposição de duas directivas comunitárias, tendo pedido também esclarecimentos sobre a adopção de uma directiva relativa aos direitos de aluguer e comodato, foi ontem divulgado.As infracções referem-se à falta de transposição do chamado segundo pacote ferroviário, duas directivas da União Europeia que prevêem a abertura do mercado dos transportes ferroviários internacionais e que deveriam ter sido transpostas para o direito nacional até Fevereiro de 2006. Portugal é um dos 10 estados-membros que não notificaram a Comissão da transposição das directivas, nem responderam ao parecer fundamentado enviado por Bruxelas em Outubro de 2006.
O outro processo pelo qual Portugal terá que responder perante o tribunal sedeado no Luxemburgo é sobre a falta de transposição de legislação comunitária no domínio dos contratos públicos no que respeita a empreitadas de obras públicas e coordenação dos processos de contratos nos sectores da água, energia, transportes e serviços postais. Neste processo, juntam-se a Portugal outros seis estados-membros.
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Etiquetas: comissão europeia, directivas, Portugal
27 dezembro 2006
Portugal é exemplo negativo para os futuros membros da Zona Euro
A Comissão Europeia publicou um artigo sobre os erros que Portugal cometeu após a adesão à Zona Euro, como forma de aviso para os países que ainda não aderiram ao euro."Explosão e recessão em Portugal: lições para os novos membros do euro" é o título do artigo publicado pela Direcção-Geral de Economia e Finanças da Comissão Europeia, onde estão sistematizados os erros cometidos por Portugal imediatamente a seguir à entrada na União Económica e Monetária, em 1999.
Segundo o "Jornal de Negócios" de hoje, o autor do trabalho, Orlando Abreu, considera oportuno lembrar o caso português aos países que vão entrar na Zona Euro: como os erros de condução de política fizeram com que à bonança se seguisse a recessão de 2002 e um período de baixas taxas de crescimento, de perda de competitividade, de défices excessivos e de elevadas taxas de endividamento das famílias.
A primeira das cinco lições a tirar do caso português é que a resposta a um forte crescimento da procura interna deve ser uma política orçamental restritiva.
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Público
Etiquetas: Portugal, União Europeia
