Defensor Oficioso

Um blog realizado no âmbito do patrocínio oficioso, na modalidade de dispensa total de taxa de justiça e demais encargos com o processo, (in)dependentemente de juízo sobre a existência de fundamento legal da pretensão…

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12 janeiro 2010

AEP defende reforma da Justiça, controlo da despesa e investimentos criteriosos

A reforma da Justiça, o controlo da despesa primária e um investimento público criterioso são as prioridades apontadas pela Associação Empresarial de Portugal (AEP) para o Orçamento de Estado (OE) para 2010.
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SOL

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05 dezembro 2007

A reforma judicial provoca estupefacção


O Sindicato dos Funcionários Judiciais demonstrou “estupefacção e indignação” face ao anúncio da reforma do sistema judicial, enquanto a Associação Sindical dos Juízes Portugueses e o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público também reagiram com cautela.

O secretário de Estado adjunto e da Justiça anunciou ontem no Canadá que a reforma do sistema judicial português, a apresentar a breve trecho, prevê a conversão de 230 comarcas em 35 super-tribunais regionais, e a criação da figura do “administrador de tribunal”, com responsabilidade de gestão, a par do juiz presidente. Fernando Jorge, o presidente do SFJ, disse que “o sindicato desconhece o projecto”, e por isso não pode comentá-lo. “Não temos conhecimento de nada.
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O Primeiro de Janeiro

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21 fevereiro 2007

Uma reforma executiva

A figura do solicitador de execução foi criada em Julho de 2003 com a Reforma da acção executiva.

Na altura, ocupava Celeste Cardona a pasta da Justiça no Governo de Durão Barroso. Aos solicitadores passou a ser dada uma nova especialidade, designada de solicitador de execução, sujeitos a formação própria, bem como a um estatuto deontológico e disciplinar específico, a quem são atribuídos poderes públicos no âmbito da acção executiva, assegurando as funções de cobrança de dívidas já reconhecidas em tribunal na fase anterior nos processos declarativos.
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Diário Económico

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12 janeiro 2007

Justiça querem reformas concretizadas

É para o dia 31 que está marcada a cerimónia de abertura do novo ano judicial. O presidente do Supremo Tribunal de Justiça, deslocou-se ao Parlamento, para convidar o presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, a estar presente na cerimónia. Segundo Noronha do Nascimento, "o clima na justiça, neste momento, é saudável". Mas, quais as expectativas dos profissionais da área? O SEMANÁRIO procurou saber o que António Cluny (Sindicato dos Magistrados do Ministério Público), António Martins (Associação Sindical dos Juízes de Portugal) e Rogério Alves (Ordem dos Advogados) esperam que mude, ou se concretize, na área da justiça, em 2007. Entre todos, é unânime e urgente a questão da acção executiva.

Na sua mensagem de Ano Novo, o Presidente da República, Cavaco Silva, exigiu "progressos claros" em 2007 em vários sectores, incluindo a justiça. O Presidente congratulou-se pela redução de "alguma crispação que marcava o sector" e pelo "entendimento político alargado" com vista à credibilização do sistema judicial. Também os profissionais da justiça esperam progressos claros. Para António Cluny, presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP), "o mais importante é a questão da acção executiva, que continua a não funcionar correctamente.
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Semanário

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03 janeiro 2007

Juízes saúdam reclamar de resultados na reforma da Justiça

A exigência de resultados pedida ao Governo no domínio da Justiça foi recebida com agrado pelo presidente da Associação dos Juízes Portugueses, António Martins, ao mesmo tempo que anunciava o propósito de a associação apresentar um documento que sirva como um "contributo para uma discussão séria sobre a reforma da lei orgânica judiciária, vulgo revisão do mapa judiciário".

"Os juízes saúdam que, mais uma vez, o senhor Presidente da República tenha colocado a justiça no centro do debate político e, principalmente, a exigência de resultados concretos", declarou ao PÚBLICO o desembargador António Martins. O presidente dos Juízes Portugueses lança ainda um desafio directo a todos os protagonistas do sector, "nomeadamente o poder político e legislativo", no sentido de contribuírem "activamente para a credibilização e reforço da confiança dos cidadãos no sistema de justiça".
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