Defensor Oficioso

Um blog realizado no âmbito do patrocínio oficioso, na modalidade de dispensa total de taxa de justiça e demais encargos com o processo, (in)dependentemente de juízo sobre a existência de fundamento legal da pretensão…

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Localização: Coimbra, Portugal

CONTACTO OFICIOSO

15 fevereiro 2010

Notários privados pedem solução para problema adiado

Notários privados pedem solução para problema adiado. Prorrogação do prazo para regressarem ao Estado beneficia orçamento mas não resolve situação.
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Jornal de Notícias

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02 fevereiro 2010

Governo tenta adiar regresso de notários à função pública

Os prazos começam a expirar já em meados de Fevereiro e o grosso dos notários que até 2005 pertenciam aos quadros do Ministério da Justiça (MJ) há muito que vêm manifestando a intenção de fechar os seus cartórios e regressar à função pública.
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Público

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24 julho 2009

Notários geram prejuízo de 500 milhões

Quebra de receitas, despedimentos e concorrência desleal por parte das conservatórias (controladas pelo Estado) são as dificuldades que os notários privados estão a enfrentar, quatro anos após a privatização do notariado pelas mãos já do actual governo. Este é o retrato feito pela bastonária da Ordem dos Notários, Carla Soares, em entrevista ao SOL esta sexta-feira
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SOL

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20 julho 2009

Escrituras é o serviço mais associado a notários

Apesar da privatização dos notários contar já mais de quatro anos, a maior parte dos portugueses continua a identificar os cartórios como um serviço público.
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Jornal de Notícias

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16 março 2009

Notários vão decidir partilhas litigiosas

Proposta de Lei aprovada pela Assembleia da República pretende descongestionar tribunais, mas magistrados duvidam que a desjudicialização do processo de inventário respeite os limites da Constituição.
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Jornal de Notícias

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12 novembro 2008

Barata Lopes apoia candidatura de notário da Guarda a bastonário

Notários. Joaquim Barata Lopes quebra o silêncio e fala pela primeira vez ao DN desde que apresentou a sua demissão. O bastonário demissionário apoia o terceiro candidato, José Relva, para as eleições marcadas para seis meses antes do previsto. Mas assume que se sente "magoado" com a classe.
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Diário de Notícias

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06 novembro 2008

Governo cobra 35 milhões mas não presta o serviço

Notários. O Governo cobrou milhões de euros aos notários para acederem aos registos civil, predial, comercial, automóvel e nacional de pessoas colectivas. Mas até hoje não lhes foi fornecida a base de dados. Serviço que para advogados e solicitadores foi disponibilizado de forma gratuita
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Diário de Notícias

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13 outubro 2008

Notários reforçam papel na Europa

Os notários são os únicos competentes para a realização de documentos autênticos que virão a circular livremente no Espaço Judiciário Europeu. As orientações europeias excluem todos os outros documentos, nomeadamente os particulares produzidos em Portugal, explicou ao Correio da Manhã o bastonário dos Notários, Barata Lopes.
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Correio da Manhã

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19 novembro 2007

Liberalização de preços

Está à vista mais uma polémica entre o Governo e os notários: o Ministério da Justiça vai proceder, durante o primeiro semestre de 2008, à liberalização de preços no sector do notariado.

A medida foi confirmada ao CM pelo secretário de Estado da Justiça, Tiago Silveira, que explicou que o principal objectivo é “estimular a concorrência [como já defendeu a Autoridade da Concorrência] para garantir um melhor serviço ao consumidor”. A Ordem dos Notários – que não foi chamada a pronunciar-se nem avisada – considera que o Governo, já acusado de “perseguição irracional”, está a ir longe de mais.
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Correio da Manhã

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20 outubro 2007

Doze notários interpuseram providências cautelares nos tribunais para suspender projecto "Casa Pronta"

Doze notários privados interpuseram sexta-feira providências cautelares em vários tribunais do país para suspender a experiência-piloto da "Casa Pronta", projecto do Governo para simplificar e tornar mais célere o processo de transacção de imóveis.

Lançado em Julho, o projecto, a decorrer em fase experimental nos municípios de Almeirim, Águeda, Leiria, Braga e Mirandela, permite que num único momento e num único espaço os cidadãos possam concretizar imediatamente o negócio da transacção do imóvel e pagar o Imposto Municipal sobre Imóveis e o imposto de selo.

No mês passado, o bastonário da Ordem dos Notários (ON), José Barata Lopes, acusou o Governo de vir a ser responsável pela falência da actividade notarial que assenta em mais de 70 por cento na compra e venda de imóveis e nos empréstimos com hipoteca.
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LUSA

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20 setembro 2007

Notários 'ameaçados' de extinção querem recorrer aos tribunais

Jorge Miranda diz que Simplex deveria ter em conta pessoas atingidas. "O modo como o Governo está a aplicar o Simplex vai culminar na extinção da profissão de notário", disse ao DN o presidente da Ordem dos Notários, que, por isso, vai recorrer aos tribunais. Baseando-se num parecer do constitucionalista Jorge Miranda sobre o impacto da desformalização dos actos notariais um ano após os notários terem sido incentivados pelo Estado a constituir empresas, Joaquim Barata Lopes diz que "há uma inconstitucionalidade parcial".

Naquele parecer, a que o DN teve acesso, Jorge Miranda sustenta que nunca poderá impedir-se "arbitrariamente alguém de vir a exercer ou de continuar a exercer a sua profissão - e isto pode dar-se quer através da expressa vedação por lei, quer através de medidas que tornem impossível ou extremamente difícil o exercício deste ou daquele mister". É precisamente neste ponto que a Ordem dos Notários se apoia para exigir mudanças do Governo, no sentido de estes profissionais não serem excluídos do processo de desformalização.
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Diário de Notícias

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06 agosto 2007

Justiça trava acesso dos notários a registos prediais

Notários pagaram 20 milhões, mas ainda não têm acesso a registos civis, prediais e comerciais.

Os notários já pagaram, desde Fevereiro de 2005, mais de 20 milhões de euros pelo acesso a uma base de dados do Ministério da Justiça, mas até agora o ministro ainda não lhes permitiu o acesso aos elementos que estão nessa base de dados.

Em causa está o acesso dos notários à base de dados de que o Ministério da Justiça dispõe dos registos civil, comercial e predial, uma promessa feita por Alberto Costa quando os notários foram privatizados, em 2005, altura em que consequentemente, perderam o acesso directo a essa informação. Esses dados são fundamentais para os notários, por exemplo numa escritura pública de compra de casa, acederem às características do imóvel, incluindo o seu proprietário.
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Diário Económico

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05 julho 2007

Notários do Algarve fizeram 59 participações à PJ

Os 17 notários privados que existem no Algarve fizeram 59 participações por transacções suspeitas à Polícia Judiciária (PJ) desde Fevereiro de 2005 a Junho deste ano.

Os dados foram avançados à «Agência Financeira» pela própria Ordem dos Notários de Portugal.

Num encontro com jornalistas, o bastonário, Joaquim Lopes já tinha apontado que há muitas participações nas várias localidades do país, mas que é no Algarve onde se concentra a maioria. «Sobretudo no Algarve tem havido bastantes comunicações dos notários», afirmou.
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Agência Financeira

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18 maio 2007

Notários em congresso

O I Congresso do Notariado Português decorre, a partir de hoje, no Centro de Congressos do Europarque, em Santa Maria da Feira, terminando amanhã. O tema do Congresso – organizado pela Ordem dos Notários – é «O Notário e o Cidadão» e nele vai ser feito um balanço da modernização e liberalização do notariado português, efectuadas em 2005. A sessão de abertura conta com a presença de Joaquim Barata Lopes, bastonário da Ordem dos Notários, e de Jacques Delvaux, vice-presidente do Conselho dos Notariados da União Europeia.
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O Primeiro de Janeiro

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22 março 2007

Estado perdeu 600 pessoas para os notários privados

Desde o início da privatização dos notários, em 2005, cerca de 600 trabalhadores do Estado já optaram por ir trabalhar para serviços privados. E, contrariando as críticas de que o novo modelo do sector tirou receitas ao Estado, a Ordem dos Notários alega, com base num estudo apresentado ontem, que o novo sistema permitiu a entrada de mais verbas nos cofres públicos.

O estudo, elaborado pela KPMG, compara a actividade de 2004, o último ano com um sistema exclusivamente público, e a de 2005, já com os notários privados instituídos. A consultora conclui que os fluxos financeiros para o Estado português com origem no sector notarial passaram de 100 milhões de euros, no sistema público, para 108 milhões, com a privatização.
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Jornal de Notícias

Estado lucrou 8 milhões com notários

A privatização do notariado teve um impacto financeiro positivo de 8 milhões de euros paro o Estado, em 2005. Essa é a conclusão de uma análise da consultora KPMG, para a Ordem dos Notários, que contraria a ideia de "mau negócio" que o ministro da Justiça, António Costa, tem veiculado sobre a privatização do sector, decidida por Durão Barroso.

De acordo com aquele estudo, a receita transferida pelo notariado para o Estado em 2005 - ano em que avançaram os primeiros cartórios privados - foi da mesma ordem de grandeza da verificada no ano anterior : 116, 9 milhões de euros. Mas se for considerada a "receita líquida corrigida", ela cresce em mais de 8 milhões de euros. Isto porque, se, por um lado, o Ministério da Justiça perdeu cerca de 37 milhões de euros de receitas líquidas - por actividades que passaram a ser cobradas pelos privados -, por outro lado pagou menos 321 mil euros para os serviços sociais. Há ainda a considerar a receita adicional encaixada pelas Finanças, mais 29 milhões de euros, que se deve sobretudo aos 14,6 milhões de euros de IVA pagos e ao IRS dos funcionários.
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Diário de Notícias

Bastonário preocupado

Confirmam o que sempre disse e até superam. Só em IVA e em IRS o Estado encaixou mais 31 milhões de euros, mais do que foi a perda da Justiça. Por isso não compreendo que o ministro da Justiça tenha dito que a privatização emagreceu a receita do Estado em 100 milhões de euros. Isso é completamente falso.
Mesmo descontando a satisfação de alguns lobbies, não consigo entender o motivo pelo qual o Governo está a fazer isto. É excessivo. E agora vão avançar com o balcão único para a compra e venda de imóveis e para as sucessões nas heranças.
Uma concorrência particular, uma vez que é o Estado que dita as regras...
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Diário de Notícias

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